Do Avesso E Contrário

Minha foto
Ribeirão Preto, SÃO PAULO, Brazil
Aposentar para viver melhor, sem deixar de lutar pelos seus direitos e dos que continuam na luta. Sou bancário diretor do sindicato dos bancários, sempre estive na luta por melhorias para a classe bancária. Estou próximo à aposentadoria, mas continuarei trabalhando firme mesmo indiretamente pelos direitos da classe.

Uma historia comum...

Nascido em Patrocnio de Minas Gerais, sexto filho dos 10 que nasceram da união de Nazareth Barbara e Olaide Vieira Silva, ambos mineiros que vieram arriscar uma vida melhor aqui em Ribeirão Preto- SP e nunca desistiram, lutaram muito, nos criaram com sabedoria de antigos, com ensinamentos que aprenderam com seus antepassados , fizeram o que melhor puderam, nos ensinou que o trabalho é que engrandece o homem e realiza seus desejos e sonhos, ensinou mais que honestidade é privilégio são para todos os homens, mas só alguns fazem por merecer. Não importava a idade, ficou forte completou 6 anos soube contar a 100 ( cem ), somar 2+2, colocava-nos pra trabalhar no que fosse mais apropriado. Nunca passou a mão acariciando quando errávamos, pelo contrário, o coro comia feio, mas nem por isto nem meus irmãos e eu guardávamos rancor, em nossas reuniões costumamos relembrar e rirmos muitos da vida e do modo que fomos criados e educados.
Desde os 6 ( seis ) anos de idade comecei trabalhar, fiz de tudo: Olhava carros, recolhia adubo natural dos cavalos e vacas e vendia para colocarem nos jardins, limpei caixa de gordura até chegar a idade de ser guardinha em um banco, deste então fui subindo de cargo até chegar engarregado contábil , em vários setores, passei por alguns bancos: Bco Auxiliar, Bco. BIC, Bco. Fábio Barreto, cooperativa aglícola de cotia , bco Sudameris do Brasil, bco Real, atualmente bco Santander, até me filiar ao sindicato dos bancário de Ribeirão, entrei na chapa ganhamos e tornei-me diretor, ganhando minha liberação para trabalhar somente a favor dos bancários. lutar cada vez mais e usar minha experiência adquirida com os companheiros sindicalistas a quem tenho muito que agradecer pela amizade e companheirismo que sempre me trataram.
Não tem prazer maior quando vencemos uma batalha diante de uma greve. Não sou guerreiro e sim lutador pelos direitos da gategoria, meus e dos meus companheiros .
É isto um pouco deste sindicalista calado, tímido, mas que presta muita atenção no que ouve.
Aprender mais é meu lema.
Valdir Nazareth ( Mirandinha)
25/09/2010

sábado, 16 de julho de 2011

16 de Julho - Dia do Comerciante

Neste sábado, 16 de julho, é comemorado o dia do comércio, instituído pelo presidente do Senado Federal, João Café Filho, em 26 de outubro de 1953. A data, uma homenagem ao comércio, é comemorada no dia em que nasceu o Visconde de Cayru - José da Silva Lisboa.

Comerciante Zé Augusto e seu filho Zeca. Representando
todos os Bodegueiros de Várzea Alegre.
Dos mascates aos pequenos e médios comerciantes, e destes aos grandes conglomerados econômicos, a história do comércio foi marcada pela criatividade humana, pelo fascínio do consumismo e pelas tentativas em atendê-lo. Desta maneira, milhares de pessoas, físicas ou jurídicas, veem-se envolvidas, diariamente, direta ou indiretamente, em transações mercantis.

Vários aspectos da economia se misturam na arte do comércio, pois é com o avento do comércio que a cidade cresce, buscando cada vez mais ramos para se desenvolver. A geração de empregos e renda também fazem dos estabelecimentos comerciais a ocupação, o “ganha pão” e a vida de muita gente.
( fonte:amambai - noticias)

DESEMPREGO, NUNCA MAIS - Delúbio Soares (*)

No governo anterior ao do presidente Lula, um breve ministro do Trabalho disse que no Brasil não havia desemprego, mas "crise de empregabilidade". Aqueles colunistas econômicos que sempre aplaudem os governos neoliberais, os desacertos tucanos, os que não tem qualquer compromisso com o povo brasileiro, acharam muita graça, bastante natural e até entoaram as tradicionais louvaminhas e cantochões de costume aos arautos da exclusão social. Ao invés de apresentar propostas válidas e políticas efetivas e consequentes para o combate de uma chaga social (o desemprego que galopava montado em índices absurdos), o governo tucano se dava ao desfrute de jogar com as palavras e fugir do enfrentamento com um problema que afligia dezenas de milhões de brasileiros.
Não faz muito, foi na segunda metade dos anos 90 até 2003, depois que o Brasil optasse por uma mudança radical, mas responsável e exitosa, em 2002 com a eleição do presidente Lula, e nós soubemos no dia-a-dia do país, numa experiência que não deixou saudades e nem deverá ser repetida, o que é o flagelo de famílias penalizadas com o desemprego de seus membros, com as dificuldades de sobrevivência batendo à porta, as contas em atraso e o governo absolutamente indiferente ao sofrimento da população, como se nada tivesse a ver com tamanha ignomínia. Tinha, sim, tudo a ver. Prova disso é que preferiu, depois do experimento desastroso dos governos neoliberais e descomprometidos do PSDB, eleger modelos de administração pública absolutamente voltados para o desenvolvimento econômico e social com nítido compromisso popular e democrático. Foi assim com Lula. Assim está sendo com Dilma.
O desemprego que atingiu níveis estratosféricos no Brasil nos anos 90, refletido nas panelas vazias, nas filas quilométricas que dobravam quarteirões em busca de poucas vagas de empregos disponíveis, dos salários achatados, do funcionalismo público sem reajuste por uma década, dos aposentados chamados de "vagabundos" pelo próprio presidente da República, é o Brasil que, sem medo e sem ódio, nós enterramos no passado. O presente é rigorosamente diverso. Os níveis de emprego são o retrato de uma Nação que encontrou o seu caminho de prosperidade e sabe o que quer, o caminho a ser trilhado e onde vai chegar.
Após a crise financeira global de 2008, que deuum novo rumo na economia internacional, abalouos Estados Unidos e vários países ricos e que no Brasil não passou de uma "marolinha" na sábia definição do presidente Lula (tão criticado quando o disse, o presidente foi corroborado pelo processo histórico, que mostrou que ele, uma vez mais, analisava com visão de Estadista e antevia o sucesso do Brasil quando muitos, da oposição e da imprensa, preconizavam o caos e a falência do nosso país), passamos a ser vistos com o respeito que merecemos. A economia, que já vivia um ciclo virtuoso, continuou dando mostras de vitalidade, fundada em sólidas bases: um mercado consumidor crescente; uma classe média ascendente com a chegada de mais de 30 milhões de brasileiros vindos das classes D e E; a indústria vivendo uma fase áurea e o comércio vendendo como nunca; uma política de crédito democratizado; a sociedade experimentando projetos sociais como o Pro-Uni, na educação, e o Minha Casa, Minha Vida, na habitação, que modificaram a vida de milhões de brasileiros.
Na base de um país que mudava radicalmente suas estruturas, uma questão ao mesmo tempo simples e fundamental: o emprego. Para um governo chefiado por um trabalhador, nada mais sério do que a carteira assinada, o salário no fim do mês, as garantias trabalhistas, os direitos sociais, a questão previdenciária. E assim, o Brasil espantou o fantasma do desemprego e alcançou uma realidade jamais pensada na década perdida de FHC e seu desgoverno: o fim do desemprego. A Manpower, conceituada empresa voltada à área de recursos humanos, não faz muito, acendeu o sinal verde e anunciou ao mundo: o Brasil liderava o ranking dos países das três Américas nas contratações de empregos. As estimativas chegavam aos 38%, bem acima de países como Peru e Costa Rica, com 23% cada um, Argentina, com 18%, Colômbia, com 16%, e Panamá, com 15%. Num dos pontos mais baixos, estão os Estados Unidos, com apenas 5%, mesmo índice do início de 2010. É claro que notícia assim não mereceu o destaque devido, perdida em cantos de páginas dos cadernos de economia. Mas, somente nos governos do PT o Brasil conheceu o fim do desemprego, o emprego pleno.
Nas minhas andanças pelo interior de Goiás e por todo o Brasil, tanto visitando companheiros do PT, como em contato com a sociedade civil ou atendendo convites para palestras ou debates em diversos Estados, ouço sempre duas observações interessantes: a primeira é a de que não existe o desemprego, sobram vagas, todos os que procuram ocupação e querem trabalham encontram oportunidade. A segunda é a de empreendedores, de empresários dos mais variados segmentos da economia que se queixam da dificuldade de encontrar pessoal em número suficiente para fazer frente às suas necessidades, pois há grande concorrência no mercado e fartura de vagas sendo oferecidas. Dá gosto ouvir isso! Seja em Itumbiara, uma rica cidade do sul de Goiás, a que sou ligado por laços afetivos e onde só tenho amigos em todos os partidos, seja no Recife, onde o surto desenvolvimentista que cobre Pernambuco de obras e de sucesso, me fez ouvir observações absolutamente iguais.
Em Itumbiara, um jovem construtor relatou-me que abriu 40 vagas para pedreiro, mestre-de-obra, carpinteiro, serralheiro, etc... Salários bastante razoáveis. Teve dificuldade de preencher todos os postos de trabalho, pois há na região, como de resto em todo o Estado de Goiás, o pleno emprego, a ocupação absoluta da mão-de-obra, com a ausência total de trabalhadores que queiram trabalhar e não tenham chance. "Quem quer trabalhar, trabalha" - disse o empresário, que, aliás, não é do PT. Mas, completou: "Delúbio, dou o braço a torcer. Isso é fruto do governo do Lula e do que vocês petistas fizeram. Era preciso que alguém pensasse no povão. Quando o povo teve vêz, a economia passou a girar e nós, empresários, ganhamos muito com isso. O Lula foi o grande presidente para todos nós". Palavra de um empresário e eleitor que NÃO votava no PT, mas sempre acreditou no Brasil.
Onde está aquele Brasil do desemprego, do desânimo, da tristeza, da falta de horizontes e da desesperança que assaltava mentes e corações? Onde está aquele país das famílias penalizadas pelas demissões em massa, pelas falências de empresas e pelos cidadãos sentados nos bancos das praças procurando nos classificados alguma oportunidade para sustentar seus entes queridos? O que foi feito daquele tempo em que um ministro tinha a petulância de negar o escândalo do desemprego que destruia o tecido da Nação e tergiversava transformando-o em "crise de empregabilidade"? Está na memória da infâmia e no passado que não permitiremos que volte jamais. Está na crônica dos dias cinzentos em que povo era bom visto do palanque em época de eleição. Está arquivado no passado triste que não esqueceremos sob pena de vivê-lo novamente como punição.
 
As perspectivas para nosso país são alvissareiras e os pregoeiros do caos estão sem bandeira. Tem apenas o rancor e o ressentimento de sempre. Nada tem a apresentar ao Brasil e aos brasileiros. Nós, do PT, com Lula e Dilma, temos o presente: sucesso administrativo, fim do desemprego, a pujança da agroindústria, um novo Brasil com poderosa classe média, estabilidade econômica, credibilidade internacionais jamais vista e um futuro promissor.
A base sólida de uma Nação democrática é o trabalhador empregado, podendo dar à sua família as melhores condições de vida e sustento, orgulhoso de seu país, cheio de esperança e confiante no futuro. Desemprego é coisa do passado, desemprego é coisa dos tucanos. Desemprego, nunca mais!
(*) Delúbio Soares é professor

terça-feira, 12 de julho de 2011

O lado Revolucionário da Maria

12/07/2011

O lado revolucionário da Maria.

A Maria anda desolada estes dias, agora deu deixar de olhar suas revoltas individualista e se revoltar com os encalços da vida dos outros, apesar que ela sempre foi muito preocupada com amigos, vizinhos, ela nunca foi muito envolvida politicamente nas decisões e atitudes dos nossos donos do mundo, sempre foi mais uma eleitora quieta e cumpridora de suas obrigações sem no entanto se incomodar em cobrar deste ou daquele político uma ação ou reação à favor dos menos favorecidos. Esta semana no entanto diante de um fato de extrema violência contra os cidadães de uma favela aqui em Ribeirão Preto, vi a Maria se exaltar de uma forma que me abismou, fiquei de mais surpreendida. Eu acreditava que a Maria nunca tinha ligado para estes fatos, pois nunca tinha nem dito uma palavra sequer, nem contra nem a favor de quem quer que seja, mas de uma hora pra outra virou uma fera, parecia ter acordado diante de um pesadelo daqueles, sua vontade era pegar o carro e sair imediatamente até o local e fazer alguma coisa, tomar uma atitude, não o fez, mas deu alguns telefonemas para aluns que já lhe deviam atenção. Não satisfeita escreveu onde podia mostrando sua indignação. Procurou ajudar materialmente como pode, mas a situação realmente era lastimável e somente os políticos, aqueles que foram lá atras dos seus votos poderiam tomarem uma atitude digna de uma pessoa que está no poder. Mas até hoje a situação permanece sem solução, como todas as outras já vista não só aqui em Ribeirão Preto, mas em todo nosso país. Agora eu entendo porque a Maria nunca se manifestava, ela assistia sim a tudo e ficava calada, pois simplesmente ela perdeu a esperança nos homens que se matam, se sujam, se violentam para ter o poder, depois que o tem em mãos, só se sujam mais e mais. Quer saber Maria não sabe nem se pode acreditar que existam pessoas limpas de fato neste meio, ela acha que é como um chiqueiro: Caiu dentro fica sujo também.
Quanto aos que se acham donos do mundo a Maria tem uma coisa para dizer: Quem é dono de algo cuida, conserva, ama,é responsável e para ser dono deste mundo que já nos foi entregue perfeito. Não senhores, vocês não são donos nem do que vocês conquistaram, vocês mal são donos de suas próprias vidas.
Não sei se vale alguma coisa o desabafo da Maria , mas este mostrou-me que ela é capaz de lutar por outras causas que não seja só sua família, seus amigos, seu mundinho. Estou orgulhosa pela Maria ter acordado e ter tomado já algumas atitudes que me deixou pensando: A Maria começou a somar.
Íris Pereira

domingo, 26 de junho de 2011

Toda Primeira vez...


26/06/2011

Toda Primeira vez...

Tudo começa como no princípio do mundo, teve que ter uma explosão, ficou tudo desarrumado, tudo uma bagunça, depois aos poucos, bem aos poucos foram se encaixando as coisas em seus lugares.Pra tudo que começa é sempre assim, alvoroço, apetite, boa vontade, desejos incontroláveis, pressa, muita pressa, se está no começo , nunca entendo porque a pressa, sinal que aí acabará logo ou no mínimo caíra na rotina, no descaso, no cansaço, no desgosto.Tudo ao começar é alegria, é descobrimento, conhecimento, é novo, é olhar sempre uma segunda vez pra conferir, é querer olhar uma terceira vez. É não querer perder nunca. Uma roupa nova por exemplo, se veste e se toma cuidado para não deixar cair molho, senta-se em lugar limpo, leva-se com cuidado, mas na segunda vez já nem se olha no espelho com tanto orgulho. Tudo é importante na primeira vez. A franga ao por seu primeiro ovo, vira e revira o ninho muitas vezes, ao deixá-lo sair, grita! Faz um alarido tão grande que todo o galinheiro faz festa. A menina na primeira menstruação troca de absorvente muitas vezes por dia, e olha e confere, e ao sentar senta-se com cuidado, ao levantar-se olha sempre pra traz pra ver se manchou, isto na primeira vez. O pequenino chora ao entrar na escola pela primeira vez, chora ele pra não ficar naquele mundo desconhecido e chora a mãe pra não o largar ali com pessoas que não são ela própria, mas só na primeira vez. O primeiro dia do soldado, a primeira vez que saí a caça do bandido, treme de emoção, quer ser ele a pega-lo, quer corrigir o mundo naquela primeira vez, mas só na primeira vez. O primeiro discurso do politico novato, diz, promete, emociona-se e jura: Serei, farei diferente, cuidarei dos meus eleitores com atenção e cuidado, respeito e dignidade, trabalharei somente em favor e direito do cidadão que me elegeu, mas é só na primeira leitura do seu discurso. Os enamorados ao darem o primeiro beijo juram eterno amor, que sempre serão assim amorosos e carinhosos, atenciosos e enamorados sempre. Amigos ao se conhecerem prometem : Seremos sempre amigos, era de um(a) amiga (o) assim que eu precisava, não viverei mais só, agora temos um ao outro ou uma a outra como companhia para o cinema, teatro, academia, etc tal, mas só na primeira vez, aí como é fácil se imaginar fazendo tudo certo sempre, imaginarmos que tudo será sempre certos como na primeira vez, tudo será organizado como na primeira vez.
Sabe uma coisa que nunca é certo, perfeito , arrumado e devidamente correto? O sexo, ou melhor o ato sexual, não, nunca é harmoniosamente perfeito na primeira vez, mas já a partir da segunda já se pode fazer muito melhor e por aí em diante. a pratica, só não pode é deixar a rotina estragar com a segunda perfeita vez e para isto é preciso que se tenha entusiasmo, se faça descobertas, surpresas, se envolva totalmente e esqueçam o que estiver para acontecer pela primeira vez. Carinho, amor, entrega, amizade, cumplicidade e tesão, ai nada saí errado, nunca quando os dois querem.
Íris Pereira

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Um dai de caos



            Um buraco enorme que vamos tirando areia e quanto mais nos enfiamos nele mais ficamos solitários, mas também descobrimos que o nosso vizinho também está cavando o seu. A unica coisa que levamos conosco é o computador e o celular as duas coisas que nos liga ao mundo real. Enquanto vou cavando, minhas lembranças me cutucam, limpo a testa de suor frio, nem sei se quero continuar cavando ou parar para lembrer o que está vindo de tão, tão distante...
-Mãe deixe eu ir assistir o filme de tarzan , tá passando no moderno e tio macário deixa eu entrar de graça, deixa mãe, deixa?
-Vai varrer a casa Iris, depois lavar a louça e ainda tem a lição de casa. Fique ai pensando em cinema que vai passar de ano na porta da escola.
-Ha! Mãe, eu faço tudo nessa casa, faço todas as lições, nunca repeti de ano e tudo que eu peço é assim, nunca deixa eu ir pra lugar nenhum, nisto sinto um dor na cabeça, nada mais é do que um croque bem dado por responder. Saiu correndo com medo de tomar outros e providencio fazer meus deveres, afinal tenho 14 anos, sou uma moça relativamente livre, pois todos os sábados vou ao cinema, bem verdade não tenho namorado, sou vigiada por 6 pares de olhos bem atentos, mal sabem ele que na verdade eu nem penso nisto de sexo.Ha! que vida que era vivida com vontade, nas férias ia pro sítio. Minha liberdade!!!!!!!!!!
               Dou mais uma cavada no buraco, cada vez mais fundo mais ainda vejo a padaria, o supermercado e a garagem onde fica guardado a maior parte do tempo meu carro, pois nas folgas, que folgas antes de cavar costumava ir ao cinema, teatro, à casa de amigos, dos meus parente, a casamentos, formaturas, comícios, votar, ferias! Eu tinha férias e gostava de viajar. Eram tantas coisas que aconteciam, eu tinha amor, paixão, ternura, agora vejo que estou mais fria, as noticias não me abalam mais como antes, as novelas não me intrigam mais, sempre sei o resultado final. Ler eu gosto, mas estou ocupada em cavar e deixo sempre o livro marcado na mesa de cabeceira, mas tenho que cavar, estou cansada, mas quem se importa? Bom eu que deveria me importar, mas porque? Ia fazer caminhada e sorria e cumprimentava os que por mim passavam, hoje  não posso parar e corro ao ver outras pessoas, desconfio de todos. Quero e tenho que dar um telefonema, mas vou adiando, se fosse como ante eu escreveria uma carta, há! As cartas, eu amava escrever cartas para amigos, pessoas que estavam longe, ainda ia até o centro colocar a carta no correio, hoje não preciso disto, eu cavo, cavo, deu-me sede fui beber agua, passei enfrente ao espelho da sala de jantar, me vi e voltei, tomei um susto! Como estou velho e cansado, será de tanto cavar? Vi meu cabelos já mais curtos e lembrei-me do meu primeiro namorado, ele sabia melhor que ninguém passar as mãos pelos meus cabelos, os pegava como se fossem flores e na hora de me beijar? Aí! Aí! Eram tão suaves seus lábios e tinha gosto de bem querer o seu beijo. Ora estou eu a lembrar coisas em vez de ir cavar. Ao passar pela janela vejo meu vizinho também a cavar e está com pressa, pois nem sua gravata amarrou ainda e está com uma xícara na mão bebendo de pé seu café matinal, seus filhos correm para o carro todos atrasados para serem levados a aprenderem a cavar. Tomo minha agua, olha dentro da geladeira, mas nada me apetece, volto então a cavar, penso no caminho de volta até o buraco se eu deveria fazer outra tentativa de algo novo, mas o que? Tem algo novo? Realmente novo? Devo ligar a tv e ver se aconteceu algo de novidade boa? Não! Melhor não, vou cavar meu buraco onde com certeza não terei nenhuma surpresa agradável ou desagradável. Lá não corro o risco de me chatear, como não? Tantas vezes já me chateei por tentar entender  os buracos, os dos outros porque o meu também está ficando difícil de me entender com ele.
               Cansei é madrugada já mesmo assim não tenho sono, uma vontade de dormir ali mesmo,mas ainda tenho obrigações, não sou responsável só pelo meu buraco, tenho que conviver com outras seres que se dizem humanos, tenho que conviver nem que seja por educação com outros habitantes da minha casa onde estou cavando meu buraco.
                Íris Pereira

SÓ FULERAGEM

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Emancipações: Reunião com o presidente da assembléia Legislativa Sr. Marcos Maia


Reunião com o presidente da assembléia Legislativa Sr. Marcos Maia com todos os presidentes representantes de todos os estados do Brasil em busca da regulamentação da Lei sobre emancipações em Brasília dia 16/06/2011

Fonte www.queremosumanovacidade


16/06/2011 Emancipalistas vão a Brasília pedir apoio à Marco Maia para a criação de novos municípios


Emancipalistas vão a Brasília pedir apoio à Marco Maia para a criação de novos municípios

Várias delegações Emancipalistas de todo o Brasil, chegaram a Brasilia na terça dia (14) e participaram de programação extra ocorrido na Plenária 8, do Anexo IV, da camara dos deputados, os parlamentares se renderam a pressão dos populares pernambucanos, maranhenses, cearenses, baianos etc..., ambos de todos os estados declararam apoio as futuras cidades garantindo o voto a devolução aos estados. Apesar de antecipar a decisão reforçaram a participação ocorrida quarta-feira (15) do Seminário Nacional do Movimento Emancipalista do Brasil que aconteceeu às 15h no auditório Freitas Nobre, no anexo IV da Câmara dos deputados. Com o apoio do deputado federal Domingos Neto (PSB-CE), o evento debateu a aprovação para estabelecer critérios objetivos para a emancipação, fusão e desmembramento de Distritos. Na ocasião foi criada uma Comissão Especial para acompanhar a tramitação do projeto. As comissões já receberam a anuencia de 253 deputados que já assinaram requerimento na camara e o apoio do Deputado Federal Gonzaga Patriota que declarou votar por mais de 146 deputatados por ser lider da bancada nordestina, pois na casa tramita projeto de sua autoria sobre o tema. O deputado recebeu em seu Gabinete as lideranças de vários estados brasileiros, que aproveitaram a oportunidade de criar o UBDNMU – União Brasileira em Defesa da Criação dos Novos Munícipios- A entidade nacional elegeu como presidente Augusto Cesar Serejo do Maranhão – Vice José Nunes Filho, São Paulo - Secretaria Geral Raquel Coelho de Santana do Sobrado na Bahia - Oséias Rodrigues Couto 1º Relator da Comissão, Rio de Janeiro- Júlio Cesar 2º Relator , Pernambuco - Conselho Fiscal ficou com o estado do Ceará: Marcos Antonio Rodrigues Lemos e Sergipe com representação da deputada estadual do DEM Goretti Reis. A deputada Ana Arraes declarou que os 30 Deputados de sua liderança são emancipalista e garante apoio necessário as comitivas ali presentes.

Para decidir sobre a emancipação, os projetos institui a realização de um plebiscito com a população. Segundo Domingos Neto, esse é o meio mais democrático de ter a vontade do povo devidamente expressada. “O povo é que deve decidir o que vai acontecer com o seu município.” Na quinta-feira (16) o grupo paticipou de audiência com o presidente da Câmara, Marco Maia, na sala de Reunião da Presidência, para tratar do tema.

Acompanhados do deputado federal Domingos Neto (PSB-CE), emancipalistas de todo o Brasil pediram, o apoio do presidente da Câmara, Marco Maia, para que seja colocada em votação, no Plenário da Casa, a proposta de emenda à constituição que devolve às assembleias legislativas a autonomia para criar, incorporar e desmembrar municípios.

Durante o encontro, Domingos Neto lembrou que essa prerrogativa vigorou até 1996, quando a Emenda Constitucional 15 estabeleceu que caberia ao Congresso Nacional aprovar lei complementar para determinar o período em que um município pudesse ser criado. “Só que essa lei não foi editada e, desde então, os distritos do nosso país estão com prejuízo muito grande”, explicou o socialista ao afirmar que a emancipação favorece o desenvolvimento econômico da região. O deputado odacy Amrim de Pernambuco enalteceu a fala de Domingos, quando exemplificou que as emancipações trazem um melhor conforto a população e lembrou das ultimas emancipações ocorridas a exemplo de Lagoa Grande, antes so poeira das estradas, hoje é um polo de Uva e vinho do nordeste sendo referencia inclusive nos paises estrangeiros.
Marco Maia ressaltou que o grupo emancipalista precisa estar articulado com os parlamentares federais, “porque eles estarão à frente dessa discussão no Congresso”. Maia garantiu que a matéria será colocada em discussão o quanto antes.